Gerenciando As Finanças Pessoais

Esta é uma das grandes perguntas que tem impactado o marketing digital nos últimos anos. Quando a Google divulgou que iria ir a opinar o recinto mobile-first como primário em sua equação de rankeamento, em vez do desktop, as empresas começaram a doar atenção redobrada aos aplicativos que disponibilizam aos seus freguêses. Mas será que a nossa organização necessita mesmo de um?

Em 2018, a navegação mobile aumentou 72% em conexão ao tempo anterior – atingindo nos dias de hoje os 2,04 biliões de gigabytes. A equação do Google passou a incidir no local mobile first e o número de organizações especialistas pela construção de aplicativos a um preço acessível mais que duplicou. Esta realidade incentivou as organizações a considerarem nos seus orçamentos digitais o desenvolvimento de aplicativos. A somar aos pontos anteriores, novos relatórios de exercício online mostram que, em média, cada pessoa tem oitenta aplicações instaladas no teu celular e, do tempo navegado online em equipamento mobile, apenas 10% é investido no browser.

  • Recife x Maceió: 258 km (média de quatro horas)
  • Dyma Burn é Excelente
  • Use frases curtas
  • Melhorar a sua capacitação
  • Emagrecer 14Kg Em 14 Dias
  • Dificuldade em respirar

Ao ler estes números, parece que todas as estatísticas sinalizam pra um único sentido… ter um app é incontornável. Desde a nossa pizzaria de bairro, ao açougue da nossa via, esse é a rota lógico a escoltar. Antes de começar neste momento a abrir os “cordões à bolsa” no desenvolvimento da tua aplicação online, há algumas estatísticas que devem ser consideradas.

Existem, imediatamente, mais de 3 milhões de aplicativos acessíveis nas app stores. 80% das aplicações instaladas são utilizadas somente uma vez e, ao final de 3 meses, apagadas dos nossos celulares. Além do mais, não nos desejamos esquecer que recentes tecnologias, como IoT (Internet of Things), têm ganhado terreno. Quem é que vai descarregar um app de e-commerce de varejo quando a geladeira está ligada diretamente à web e gerencia a nossa dispensa?

Quem irá preencher espaço de memória com um app que permite controlar o fechamento de janelas ou portas no momento em que queremos simplesmente ativar um comando de voz em nosso home assistant? Além dos nossos consumidores não sentirem a inevitabilidade de baixar mais aplicativos, o futuro pode, por e simplesmente, não passar por aí.

Então, quando colocamos em cima da mesa a circunstância de desenvolver uma aplicação, quais dúvidas carecemos ver? Nossos consumidores precisam realmente do app? Esta terá de ser a todo o momento a pergunta principal e a primeira a ser colocada. Se os nossos freguêses não têm a inevitabilidade, ou não valorizam, as nossas ofertas de serviço, eles não irão sequer fazer o download da nossa aplicação. Um app, igual toda a nossa presença online, precisa responder diretamente a necessidades bem identificadas, sejam essas compra de um serviço, entretenimento ou conexão social.

A nossa presença online é responsiva em todos os canais? Quantas corporações conhecemos que oferecem uma experiência de navegação antiga, não intuitiva e somente centrada em local desktop? Se o nosso website não é mobile first, se a nossa experiência desktop não é intuitiva, se não estabelecemos engajamento com os nossos compradores, é pouco viável que esses sintam sequer a necessidade de baixar o nosso aplicativo. A experiência que oferecemos aos nossos clientes deve ser transversal em todos os nossos canais, estabelecendo pela mente do consumidor uma particularidade aliada à navegação intercanal. O nosso app necessita de acessar funcionalidades como geolocalização, câmera, etc, para funcionar? Se a resposta for “não”, em vista disso a necessidade real de um aplicativo é discutível.

Sites com o Pinterest têm apostado em web sites PWA como forma de comparecer mais muito rapidamente aos seus compradores, oferecendo uma experiência mobile simples e intuitiva, sem que o usuário tenha de descarregar cada aplicação no teu mecanismo. A estatísticas destacam que estes websites respondem completamente às necessidades dos clientes, atingindo uma taxa de interação superior, com uma diminuição nos custos significativa.

A nossa concorrência de imediato tem um aplicativo? Se tem, como é que ele se comporta e qual o feedback dos utilizadores? Se não, qual a circunstância? Não estão nessa fase de maturidade, ou estando, escolheram não apostar nesse desenvolvimento? Devemos a toda a hora nos mostrar da nossa concorrência, contudo aprendendo com os seus erros e ouvindo o feedback dos compradores.