Maioria Das Corporações Ainda Não Pratica O Marketing 3.0

Maioria Das Corporações Ainda Não Pratica O Marketing 3.0 1

Como Inovar E Ampliar A Competitividade Do Teu Negócio

Em um universo ainda mais digital, nenhuma marca podes rejeitar o poder dos influenciadores da internet. Ter um objeto promovido por blogueiros, youtubers e instagrammers influentes poderá fazer a diferença nos resultados de um negócio. Entretanto discernir a celebridade virtual certa pra fisgar cada tipo de público não é uma tarefa simples.

Segundo números recentes da Rede Snack, multiplataforma de canais validada pelo YouTube, há hoje seis milhões de influenciadores digitais no universo. Só no Brasil, são 313 000. E é assim sendo que uma nova área, o marketing de influência, vem crescendo e gerando oportunidades de serviço pra profissionais capazes de mapear, avaliar e construir as pessoas mais influentes da internet.

E outras carreiras e posições surgem na esteira nesse fenômeno. “As corporações ainda estão construindo e nomeando os cargos que atendem a esse novo segmento”, diz Genis Fidelis, consultor sênior da Michael Page, empresa de recrutamento, de São Paulo. Há, a título de exemplo, o gestor de comunidade e relacionamento, que faz o meio de campo entre marcas e influenciadores digitais; o produtor de tema digital, especializado em textos para a internet; e até o apreciador de filmes. E a oferta de vagas não se limita às áreas de intercomunicação, marketing e propaganda. Seguidores Instagram /p>

A tecnologia também entrou pela dança. De imediato há, hoje, corporações especializadas no desenvolvimento de plataformas capazes de selecionar influenciadores de acordo com métricas de audiência e engajamento e fatos a respeito de temática e público-centro. consulte aqui agora , Spark, Incast, Digital Stars e Celebryts são muitas das novatas que crescem e contratam pela onda do marketing de intervenção.

  • O critério geral é que todos
  • dois – Diversificação
  • Promova-os nas redes sociais
  • 05/09/2016 às 20:Quarenta e oito

A Spark, organização de mídia especializada na ativação de marcas a começar por influenciadores e personalidades, também está com o quadro de pessoal em expansão. Foram nove vagas preenchidas em 2016 e 8 em 2017. “Buscamos profissionais que conheçam e entendam os objetivos de cada rede social, os modelos comercializáveis em cada uma delas e os dados que elas geram.

Valorizamos quem saiba cruzar essas informações, com métricas para mensurar a eficiência das ações propostas por clique aqui para saber mais equipe”, diz Raphael Pinho, sócio-diretor da Spark, de São Paulo. Leonardo Andrade, de trinta e um anos, é um dos profissionais que viram nessa tendência a chance de desenvolver-se. Formado em design de objeto e com um MBA em marketing em andamento, ele trocou, há 2 meses, o emprego numa agência onde realizava campanhas nos moldes habituais pra marcas como Heineken e Nestlé por uma vaga na Spark. Seu novo trabalho consiste em traçar estratégias de marketing de intervenção que cumpram os objetivos de marcas que procuram celebridades digitais para suas ações.

“O potencial da área e a probabilidade de trabalhar em um ambiente mais suave me motivaram a fazer a transição”, diz Leonardo. Segundo ele, além de ter um clima descontraído e maior independência de constituição, a nova área fornece salários melhores. “Há mais ferramentas acessíveis para elaborar uma estratégia que resolva os desafios do freguês.

É um mundo novo de possibilidades”, diz o designer, que ganhou um acrescento de 30% pela nova atividade. Os headhunters de talentos digitais costumam ter formação em administração, intercomunicação ou tecnologia, mas assim como conseguem vir de outras áreas. O que vai diferenciá-los é a visão holística, a técnica de assimilar rapidamente e a compreensão a respeito do mundo virtual, com domínio de redes como Facebook, Instagram, Pinterest, Twitter e YouTube. “A oferta de cursos específicos pra área hoje é pequena e o mercado ainda está se definindo. Isso faz com que os recrutadores sejam mais flexíveis”, alega Isis, da Robert Half.

Dessa maneira, não há pré-requisitos muito rigorosos. O mais significativo é que o candidato comprove ter contribuído com resultados positivos nas corporações onde trabalhou e demonstre habilidades técnicas e comportamentais que o qualifiquem de alguma forma pra nova atividade. Mas essas não são as únicas características exigidas. Criatividade, curiosidade e proa­tividade assim como são primordiais para ingressar por este nicho.